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Costeletas
Esses dias, fui ao cabeleireiro. (Cortar o cabelo, claro). Reparem que, em cada corte, uma nova pauta é pré-estabelecida pelo profissional. A pauta da vez, era o preço das bebidas na noite, “tudo é caro!”- dizia. Esse papo proletariado me cansa. Resolvi testar sua capacidade psicológica e intelectual, puxei um papo cabeça, e falei sobre a copa. Dois breves comentários dele e de novo ao assunto: “pra você ver, né cara, como as coisas estão caras...”. Nesse momento percebi que estava lidando com um profissional, e ele queria manipular a conversa. Fui pra outro assunto, desta vez, mais complexo: “sabe, já reparou como as pessoas estão mais altas do que há vinte anos?”. Ele ficou nervoso, não sabia o que falar. “Ontem gastei mais de 50 reais num bar, acredita?” - resmungou. Suas mãos começaram a tremer, não resisti, falei sobre o elenco da novela das oito. Imaginei que ele estava guardando esse tema para o próximo cliente. Acertei em cheio; em seguida escutei um “ops”, seguido de um “acho que bebi demais ontem...”. Peguei-o.
Bem amiguinhos, hoje estou com o cabelo raspado e sem costeletas... Mas quem precisa delas?

Escrito por Pablo às 14h00
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Quem for, põe o dedo aqui, que já vai fechar...
Hoje na Câmara de Vereadores terá a segunda parte do linchamento da Revista Banda Grossa. Não percam a oportunidade de ver vereadores descontrolados espumando pela boca e dizendo bobagens! É imperdível...

O QUE É: Linchamento verbal em cima da revista Banda Grossa. LOCAL: Câmara de Vereadores (no Centro, ao lado do Banco do Brasil. 9º andar) HORÁRIO: 17h (chegar com antecedência para garantir seu lugar) ENTRADA FRANCA (Tragam pipoca). Mais detalhes (aqui)...
Eu vou...
Matéria: http://oglobo.globo.com/online/blogs/gibizada
Escrito por Pablo às 11h38
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Rabiscolândia

Vejam, sujo pra caramba no lápis... é... segunda-feira chata... podecrê! (Novidades por vir, mas nem esperem!)
Escrito por Pablo às 15h40
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Polêmica... e das "grossa"
Bom amiguinhos, tá rolando uma baita polêmica aqui em Joinville. Tudo em torno da revista de quadrinhos e humor Banda Grossa, ministrada pelo meu amigo Paulo Gerloff. Para enteder melhor o que está rolando, clique aqui, aqui, aqui e aqui e leiam. Sou colaborador da revista e minha opinião vai de encontro com a carta aberta que segue logo abaixo:
CARTA ABERTA: BANDA GROSSA SE DEFENDE
Joinville, 07/06/2006.
A revista Banda Grossa nasceu da premiação do concurso público n° FCJ 001/2005, realizado pela Fundação Cultural de Joinville. Foi apresentado um projeto detalhado, conforme prescreve o regulamento desse concurso. No projeto está descrito como objetivo principal a divulgação dos trabalhos dos artistas e o desenvolvimento da identidade dos quadrinhos brasileiros, utilizando velhos modelos e características de revistas como ANIMAL e CHICLETE COM BANANA, revistas essas que atingiram seu auge nos anos 80. No contrato firmado entre a Fundação Cultural e o Editor da BANDA GROSSA, existe uma cláusula das obrigações da contratante que normaliza fiscalizar a fiel observância das disposições do contrato e comunicar à contratada as deficiências existentes na execução do projeto, para adoção das medidas corretivas. A Banda Grossa seguiu fielmente às cláusulas do contrato, bem como a descrição do projeto. Antes da assinatura do contrato o representante da contratante garantiu que, em nenhuma hipótese, haveria qualquer tipo de censura. Também anteriormente ao lançamento da revista Banda Grossa, realizado em 31/03/2006, a Fundação Cultural solicitou e recebeu exemplares e cartazes para divulgação do evento. A distribuidora somente distribuiu os exemplares após a autorização da própria Fundação Cultural de Joinville. Com esses fatos, dizer que havia desconhecimento do conteúdo da revista é uma grande hipocrisia. Se existe alguma negligência nessa história toda, não é por parte dos artistas. Dizer que o conteúdo da revista é uma apologia às drogas, é um verdadeiro absurdo. Dizer que existe algum conteúdo pedófilo, é uma ignorância. É necessário lembrar que há muito tempo são publicadas revistas em quadrinhos voltadas ao público adulto. Quem não se lembra do famoso Catecismo (anos 60 e 70) de autoria de Carlos Zéfiro? Quadrinhos, antes de mais nada, são uma forma de expressão artística séria, estudada academicamente tanto dentro como fora do país, que cativa adultos e crianças, não se limitando ao senso comum promovido por alguns que consideram os quadrinhos um mero escapismo infantil. A revista Banda Grossa foi elaborada para o público adulto, uma vez que na capa contém as palavras desaconselhável para menores.
Glossário Apologia: s. f. , discurso de louvor, defesa ou justificação; elogio. Pedofilia: s. f., desvio sexual que consiste na atração sexual do adulto pelas crianças.
Paulo Eduardo Gerloff Editor da revista Banda Grossa
Bom, comprem a revista e tirem suas próprias conclusões. Site da revista (clique aqui). É Isso aí!!!
Escrito por Pablo às 13h22
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Tedi - Vida e Obra

A invenção do século

De todas as comidas do mundo, a que eu mais gosto, é a batata-palha. Mas pouco se sabe sobre esse delicioso invento culinário:
Inscrições de civilizações antigas relatam que os egípcios e astecas, já conheciam a batata; mas nada conheciam da técnica de fritura (como resultado algumas gerações sem espinhas).
Ao que se sabe, a técnica da batata-palha foi iniciada pelo cientista italiano Toni Materazzi, enquanto pesquisava sobre os pontos de fritura dos tubérculos e sua influência no ecossistema (além de querer achar algo que combinasse com a lasanha). A descoberta aconteceu no mesmo instante em que ele picou uma batata em camadas mais finas que o pré-estabelecido pelo Conceito de Fritsum, logo em seguida colocou em óleo fervente. Por alguns instantes a batata ficou frita e crocante. Característica marcante dessa iguaria. Mas a técnica tinha falhas, e após um certo tempo a batata queimava e se transformava em um carvão duro (o que fez o estudioso perder alguns dentes). Ele não conseguia tirar a batata a tempo do óleo, sempre que tentava, queimava a mão. Um novo desafio chegará ao cientista.
Em 1496 Toni voltava pra Itália após passar 12 anos na China, onde teria conhecido a escumadeira. Trouxe consigo na bagagem, entre outras novidades, um prato feito com uma farinha extraída de arbusto de sagu, portas-copo, broches e algumas camisetas de times de futebol. Após milhares de tentativas frustradas, Toni acabou morrendo com sua taxa de colesterol muito alta. Mas deixou em seu testamento seus cadernos de anotações, algumas batatas, a escumadeira e uns broches chineses.
A palavra utilizada no inventário era bateti-palis, que seria derivada do verbo pálidar, de um antigo dialeto da Sicília, que significa “ferrou” que, por sua vez, vem do grego “mrukar”, que quer dizer “Traga gelo, Maria?”.
Em breve, "A Invenção do Amendoim Japonês"... não percam.
Escrito por Pablo às 13h53
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A copa do mundo da chateação!
Os comentários futebolísticos me irritam. Ninguém entende nada e ao mesmo tempo entendem tudo. Todas as soluções são resolvidas num piscar de olhos. Ligo a TV e estão falando dos erros do Parreira. Desligo a TV e continuam falando dos erros do Parreira... Um saco!

Em todo lugar que eu vou é a mesma coisa. Dizem que a seleção se vendeu e talz. (De novo, pois a derrota em 98 foi encarada com a mesma justificativa). O brasileiro prefere pensar que foi enganado por 23 canalhas gananciosos do que assumir uma derrota normal. Talvez seja algo culturalmente inserido no nosso país... Blergth! (p.s.: Não falo mais sobre a copa, chega!!!)
Escrito por Pablo às 17h02
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