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Tchu tchu ruuu
Mais uma tirinha. Desta vez dos nossos heróis pré-históricos...

Tirinha em homenagem ao grande desenhista Alex Toth que morreu sábado. Não conhecia muito o trabalho dele, só que ele desenhava o Space Ghost. Mas enfim, deve ter nascido alguma criança talentosa no mundo pra equilibrar as coisas...
Escrito por Pablo às 16h02
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Assessoria

Agora estou também no Pato de Laranja. Confiram se tiverem estômago!
Escrito por Pablo às 15h09
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La ciudad

Escrito por Pablo às 22h26
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Um cometa
Desenho 'for free-la'.

As pessoas teimam em dizer que somos "Penta" daqui, "Penta" dali... Eu nunca fui penta de nada! Nem de campeonato de ping-pong, e olha que já fui bom nisso. Não ficaria mais orgulhoso do que um inglês ou um alemão numa conversa de bar pelo meu país ter sido campeão mais vezes que o deles no futebol. Mas de agora em diante se preparem, simples mortais, o próximo mês será de total alienação e euforia descontrolada; rumo ao "Hexa". Esqueçam tudo que viram, ouviram ou leram nesses últimos meses, nada tem mais importância, afinal, somos o país do futebol, oras, vamos justificar nossa existência! Cada um pegue sua camisa canarinho, bandeirinhas, liguem suas TV's e vamos ver 22 milionários se duelarem dentro de um campo... Quer melhor entretenimento que esse? Todo o país (até os membros do PCC, maravilha) juntos, em busca de mais uma estrela!
E hoje tem o 2° Balança Teta dos Quadrinhos, no Mundo Cão. Depois das 22 horas

Get Along Gang feito nas coxas...
Escrito por Pablo às 16h38
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Lágrimas de Sangue
É, ontem foi meu aniversário. No geral foi bacana. Recebi telefonemas, visitas e alguns presentes. Trabalhei normalmente e no fechamento do jornal ainda rolou um bolinho com direito a parabéns. Depois, ainda sai com minha namorada.
Tudo muito bonito, tudo muito lindo, mas um fato me marcou nessa data. Aconteceu na madrugada de terça pra quarta.
Tinha armado uma ratoeira (arma medieval, acredito) há uma semana na cozinha da minha casa, suspeitava da existência de um maldito ratinho que insistia em degustar tudo que eu deixasse por descuido em algum canto.
Estava no banho quando ouvi o “plac”. Será que funcionou? Saí com a toalha amarrada no corpo, molhado, e presenciei ali, do lado do fogão, a morte do rato. Ah, o doce sabor do dever cumprido.
Já era 1h30min da madrugada. Parado, vendo o corpo do pobre rato no chão; estendido. Ele não estava preso mais na ratoeira. Sinal de que tentou, ainda que ferido, resistir. Chegou ao fim sua valente vida. Por um breve momento me bateu uma leve depressão. Legítima defesa. Aleguei pra mim mesmo. Inevitável pensar que há exatos vinte anos eu cheguei ao mundo. Já o rato, bem, foi tarde...

Escrito por Pablo às 15h25
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Gripe do Urso

Putz, peguei um baita resfriado. Tudo por causa desse lance de de psicologia, acredite! Ontem, eu quase congelando e ouvindo que "frio é psicológico" daqui, "frio é psicológico" dali... Oras, frio até pode ser psicológico, mas pneumonia não é, tenho certeza!
Escrito por Pablo às 18h06
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O grito dos inocentes
Numa noite escura e fria de domingo, eu estava dentro do ônibus, vindo do terminal rodoviário até minha casa, cansado da viagem que tinha acabado de fazer, quando do meu lado senta uma mulher com um bebê. Claro, como todo ser humano normal, virei meu rosto pro lado e fingi que não havia ninguém ali. Com o medo de que houvesse qualquer tipo de contato verbal. Segui com os olhos o caminho percorrido pelo transporte coletivo (gostei desse termo). O bebê começou a chorar incessantemente, o que irritou a todos e principalmente a mãe que lhe deu uma bela duma palmada nas nádegas. Não resolveu. Pelo contrário, o choro agora vinha com mais entusiasmo e eu, do lado, pasmo, assistindo de camarote aquele show de horror.
Foi nessa hora, que a “brilhante” mãe, descobriu a causa, inescrupulosamente tirou o seio pra fora e deu de mamar para a criança chorona. Fiquei mais constrangido do que nunca, me contorci no canto e virei completamente à cabeça pra janela, observando como nunca toda a paisagem urbana. Logo notei um movimento, a mulher e sua cria, foram na direção da porta para descer, chegou ao fim meu martírio.
Poderia relaxar e esperar tranqüilo a minha hora de descer da lotação. Foi nesse momento que ouço uma voz alta, vinda de trás: “Que safado! Só de olho nos ‘peito’ da mulher, né?”, era um conhecido desbocado. Observei o olhar de reprovação de todos os passageiros do ônibus. Eu era o criminoso naquela hora, um pervertido que não respeitava nem a sagrada hora da refeição de uma criancinha rabugenta. E eu ali, sem ação. Inocente, perante todos os ataques!
Desci no ponto seguinte. Vermelho de raiva e vergonha. Longe de casa. Completei o resto do trajeto a pé. No caminho pensei em coisas comuns, nas formas que a sociedade vem sendo influenciada pela TV, no capitalismo, na tecnologia (até na nano, acredite!), na globalização, na Libertadores da América e principalmente no porque eu havia sentado naquele maldito banco do ônibus...

Escrito por Pablo às 22h48
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You need nothing

Estou sendo entrevistado e sugado até a última gota por um grupo de estudantes da Univali. Estão produzindo um programa chamado Jornalismo em Formação, e eu sou um dos alvos, falando e sendo filmado sobre meu trabalho como cartunista... Dia 1° de Junho estarei lá, para uma mesa redonda com outros artistas. Segue um trecho da entrevista:
Entrevistadora:
Você recebe críticas, ameaças ou processos?
Pablo:
Recebo algumas criticas sim e são mais interessantes do que os elogios. Ameaças até agora só do cara do Bar aqui do lado; estou devendo uma grana pra ele. Já quanto a processo, é um assunto mais delicado e só deveria falar sobre isso na presença de meu defensor público, mas recentemente, um grupo de dança aqui da cidade, quis me processar por uma charge que fiz a mais de um ano... Mas nem me preocupo, já comprei todos os jornais daquela época, assim como a Xuxa fez com os antigos filmes pornôs dela...
Entrevistadora:
Quais são seus planos para o futuro?
Pablo:
Sempre sonhei em ganhar dinheiro, de preferência, muito dinheiro. Se não conseguir, o que é provável, passo para o plano 2, que é ficar famoso, de preferência muito famoso. Se nenhum dos dois planos der certo, com sorte, posso conseguir um emprego de caixa em algum supermercado (plano 3).
Entrevistadora:
Tem algum Hobby? Além de desenhar?
Pablo:
Gosto de jogar xadrez na praça. Apesar de nunca ter feito isso...
Bom, é isso. Mais pra frente coloco alguns videos do evento aqui.
Escrito por Pablo às 17h20
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Cadê o grito da galera?

Quem inventou aquele aparelhinho que sopra um vento quente pra secar a mão no banheiro do shopping? Será que o cara testou? Aquilo não seca! Você tem que ficar esfregando uma mão na outra e no fim ainda usa a camiseta para terminar o serviço. Por que subistituíram o papel? Imaginaram que colocar um mecanismo de alta tecnologia que utiliza energia elétrica e manutenção seria mais eficaz e econômico que o bom e velho papel? E ainda tinha aquele aviso: "Somente 2 folhas são necessárias para secar a mão, economize!". Talvez as pessoas pegavam mais que duas...
Lembrar é viver
Uma "pequena" ilustra...

Estava fuçando meus arquivos de ilustrações/caricaturas e achei umas coisas interessantes, a primeira é essa Heloísa Helena de "cabritinha"...

Dupla quase sertaneja, Delúbio e Valério...

E como estamos perto da Copa; Riquelme e Ronaldinho Gaúcho...

Todas foram publicadas. Por hoje é só, pessoal?
Escrito por Pablo às 00h52
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